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segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

A primeira palavra.

Se existe alguma coisa que me motiva a sempre sair na rua e mandar esses sinais sem destinatário, é o fato de eu acreditar nas coincidências absurdas que se escondem por detrás de todas essas esquinas. De alguma forma, lá no fundo, eu sei que vou tropeçar em ti, mais cedo ou mais tarde. Sei que não vai haver distração capaz de tirar o teu olhar do caminho do meu. Algo vai acontecer, e os nossos sinais vão se coincidir, vamos colidir de forma tão violenta que a nossa vibração vai ser uma só. Vamos ressonar, pra todo mundo ouvir e voltar a acreditar que as “melhores pessoas do mundo”, de fato, existem. Aí eu virei aqui pra contar que o destino realmente existe, e que muitas das nossas melhores histórias são escritas a quatro mãos, de olhos fechados, e sem revisão ortográfica. Quando eu digo que o futuro é agora, quero dizer que o final dessa história depende do começo, da primeira linha, da primeira palavra.

Amanhã começam minhas aulas e eu estou super ansiosa *-*
Larissa Mattos.

sábado, 15 de janeiro de 2011

Nós somos adolescentes.

Nós continuamos aprendendo. Merdas irão acontecer. Nós traímos, nós mentimos, nós criticamos, nós brigamos por coisas estúpidas. Nós nos apaixonamos, e no fim nos machucamos. Nós reclamamos, de tudo. Nós ficamos bêbados, nós dançamos até cair no chão. Nós odiamos pessoas por qualquer motivo. Xingamos uns aos outros. Ficamos acordados até tarde tendo conversas profundas, ou simplesmente pensando. Nós saímos e curtimos com nosso amigos, e essas serão as memórias que guardaremos da juventude. Um dia isso tudo vai passar, e nós não podemos perder tempo pensando em coisas ruins, porque um dia iremos desejar ser adolescentes de novo. Então decidi aproveitar o agora, esquecer as mentiras e os dramas, e viver a vida como se tudo fosse acabar amanhã.
Larissa Mattos.

sábado, 25 de setembro de 2010

?

Quantas vezes o seu coração já foi partido em milhares de pedacinhos? Quantas vezes você já ficou chorando e sangrando quando se decepcionou com uma pessoa especial? Quantas vezes você ficou triste durante um sábado inteirinho? Quantas vezes você já sentiu um aperto no coração? E quantas vezes você morreu por causa disso? Ou desejou morrer pelo menos?