quarta-feira, 11 de maio de 2011

meu sorriso, minha decepção, mas para sempre minha inspiração.

Eu me ajoelho, ignoro a dor que sinto quando toco o chão frio. Junto minhas mãos e com lágrimas caindo sem parar, com o coração desesperado eu vou em busca de ajuda. Eu começo a recitar aquelas palavras tão conhecidas por mim e pelo meu coração, ignorando a dor que eu sinto bem no fundo. E com todo o coração eu peço por forças, por luz. Eu peço que nunca me deixe desistir, que me mantenha forte, que esteja comigo. Eu imploro por ajuda, imploro por algo que reconstrua tudo aquilo que está quebrado. Eu fecho os olhos e me calo por alguns segundos. “Por favor”, eu digo em meio a milhões de pensamentos. É a unica saída que eu tenho, a única que me resta, a única pessoa com quem eu posso realmente contar. Em meio as lágrimas, eu adormeço. E sempre quando eu estou prestes a cair no inconsciente, eu sou capaz de sentir uma força enxugando as minhas lágrimas, um pequeno sussuro que diz: “eu estou aqui”.

Olá meninas (: quanto tempo sem aparecer por aqui, né? É que eu estava sem internet. Mas já to de volta, e se vocês comentarem sempre, vou postar meus textos todos os dias.
Larissa Mattos.

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Agora ou nunca.

Hoje acordei inteira. Migalhas? Pedaços? Não, obrigada. Não gosto de nada que seja metade. Não gosto de meio termo. Gosto dos extremos. Gosto dos dedinhos dos pés congelados ou do calor que me faz suar o cabelo. Não gosto do morno. Não gosto de temperatura-ambiente. Na verdade eu quero tudo. Ou quero nada. Por favor, nada de pouco quando o mundo é meu. Não sei sentir em doses homeopáticas. Sempre fui daquelas que falam “eu te amo” primeiro. Sempre fui daquelas que vão embora sem olhar pra trás. Sempre dei a cara à tapa. Sempre preferi o certo ao duvidoso. Quero que se alguém estiver comigo, que esteja. Mesmo que seja só naquele momento. Mesmo que mude de idéia no dia seguinte.
Larissa Mattos.

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Uma bala de menta na boca,

um sorriso forçado, com a camiseta amassada. Sem pensar demais, sem dar explicação. Começo o dia agradecendo, termino ele refletindo. Sobre o que aconteceu, sobre o que podia ter acontecido, palavras não ditas, sentimentos reversos. Sobre as chances perdidas, o que eu preferi não fazer, sobre o que ficou pela metade. As horas parecem não passar, minha cama continua do mesmo jeito, dessarrumada, sem cor. Como a minha vida, uma mistura. A coca cola perdeu o sabor, o calor do Sol nem me incomoda mais. Tô vivendo uma época meio “tanto faz”, entende? Sou à base de emoções, preciso de amor mais do que qualquer outra coisa, sinto falta de modo extremo. Mas quem se importa? Eu só quero ser feliz, guardar as lembranças no fundo da gaveta, e sumir.

quinta-feira, 31 de março de 2011

Amor, a base… o príncipio.

tenho escrito tento sobre o amor. o que é o amor, afinal? e o ódio? dizem que quem nunca viveu na escuridão, nunca reconhecerá a verdadeira luz.. então, devo odiar ou ser odiada? é intrigante… quem nunca perdeu uma oportunidade maravilhosa, e só se deu conta disso algum tempo depois? quem nunca parou para pensar sobre algo na hora, e de repente passa pela sua cabeça a lembrança daquele momento, e você presta mais atenção, percebe algo.. que poderia ter facilitado tudo. mas você deixou passar.. por quê? como pôde? e depois de um tempo, então, você começa a perceber coisas, muitas ainda de você mesma/o. como não viu ANTES? será que é mesmo preciso odiar ou ser odiada? são necessários inimigos nesse mundo? por que eu nasci? dizem que existem vidas passadas e amores de outra vida.. uma pena que eu simplesmente não me lembre, se esse amor tivesse sido perfeito, saberia aproveitá-lo mais dessa vez.. por isso, não quero matar  o amor, não ainda, não agora.

hey girls! dei uma reformulada no blog (: gostaram? vou tentar postar com mais frequencia. ando tão sem inspiração :| esse post é pra linda da Danubia Main, do blog Coração de Garota, que não parava de me pedir um post novo *-* beijos,
Larissa Mattos.

domingo, 27 de março de 2011

Poderia dizer que todo tipo de amor é eterno. Mas tenho um nó em minha garganta que às vezes me faz pensar o contrário. A vida poderia me dar sempre apenas motivos para sorrir, mas as coisas são assim mesmo. Tudo dói, mas depois passa. Aliás, o amor é assim mesmo. Tudo desmorona, mas depois passa. Poderia dizer que amanhã vai dar tudo certo, mas talvez, só por acreditar na felicidade, tudo pode me fazer chorar no dia seguinte. L. Nogara
Larissa Mattos